O verdadeiro amor

Não sei nem por onde começar esse post. Falar sobre sentimentos não é fácil, ainda mais quando esse sentimento é o tão famoso amor. É muito fácil você dizer “Eu te amo” para uma pessoa que conheceu à uma semana atrás, porque isso são meras palavras, que saem da sua boca com um “bom dia” dito de má vontade, como um “saúde!” para alguém que acabou de espirrar. Mas e o sentimento? Onde fica?

Quando você gosta de alguém realmente com todo o seu coração um “Eu te amo” já não é mais suficiente, essas palavras não trazem 1% do sentimento, se torna muito pequeno. O que basta para descrever esse sentimento é uma troca de olhares quando você lança uma aposta sedutora em uma cervejada que você garante que vai dar em alguma coisa, é quando vocês pensam as mesmas coisas sem o outro nem ter dito, é quando os defeitos já não aparecem mais, quando as risadas são tão inocentes quanto as de uma criança, é quando você escuta Pillowtalk e lembra da pessoa na hora e só queria que ela estivesse ali com você naquele momento para ele olhar para você e só (porque aqui só o olhar basta), é ir dormir 1:30 e acordar às 4h para fazer algo que você não faria por mais ninguém, é criar um segmento de emoticons que descrevem os dois, é criar histórias (das mais idiotas possíveis), é montar planos, é se sentir bem com a pessoa.

Vocês não necessariamente precisam ser iguais, mas posso dizer com toda certeza que ele gostar de One Direction, Rihanna, Funk e etc me deixa muito feliz; que as animações que ele vive me indicando me fazem gargalhar; que os complôs que ele arma para me derrubar nos jogos que eu jamais perdi, não me fazem odiá-lo; que um anelzinho rosa que nem cabe no meu dedinho direito se torna tão importante quanto qualquer ouro do mundo; que o herói preferido dele é o mesmo que o meu, me faz querer colocá-lo num potinho para nunca mais soltar; que a cada vez que ele me diz “sim” tenho vontade de dizer para ele “para de me mimar tanto”; que a cada começo de briga que eu faço por causa de ciúmes ele me acalma e não me deixa continuar.

É bom ter você a cada noite mal dormida com sonhos péssimos porque logo de manhã você vem e me diz “pronto, passou, foi só um sonho, eu estou aqui”; quando você me carrega no colo e diz “é pequena mas é pesada” me faz querer te bater, mas pelo menos você estava lá; é muito bom ter você para topar cada rolê que eu invento; para se preocupar comigo o tempo todo e não me deixar mais andar sozinha; é bom ter você que me inspira a cada respiração.

Eu diria, que é simplesmente muito bom ter você, simplesmente ótimo amar você. Simplesmente, porque é tão simples que parece que a gente até mente quando dizemos que nos amamos.

 

 

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